Conselho de São José monitora mortalidade infantil e planejamento orçamentário para 2021

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Na reunião do Conselho Municipal de Saúde (Comus), realizada em auditório da Câmara, o comitê de mortalidade materno-infantil atualizou os conselheiros sobre a execução do plano para redução da mortalidade infantil na cidade, anunciado em março deste ano.

As ações previstas focam no período perinatal, que vai da 22ª semana de gestação até a primeira semana de vida do recém-nascido e concentra 60% dos óbitos até um ano de idade. As medidas tomadas abrangem o monitoramento do número de consultas pré-natal por gestante, inclusive odontológica, contracepção de longo prazo para prevenir a gravidez na adolescência e protocolo para gestantes com fator de risco para prematuridade.

De acordo com a coordenadora, Valquíria Roveran, duas ações estão pendentes: a implantação do cartão pré-natal digital, em desenvolvimento, e a ampliação dos grupos de gestantes, uma vez que as atividades coletivas foram suspensas por causa da pandemia da Covid-19. Antes do novo coronavírus, 40% das unidades contavam com grupos de orientação a gestantes.

No ano passado, a taxa de mortalidade infantil foi de 10,3 por mil nascidos vivos. A meta para 2020 é reduzir o índice a 9,5/mil.

Durante a reunião, os conselheiros também receberam informações sobre a evolução dos protocolos para tratar pacientes com Covid-19 de acordo com a gravidade da doença, a exemplo das discussões sobre o uso de antibióticos, corticóides a anticoagulantes. 

Outro assunto, foram as sugestões de investimento em saúde colhidas junto à população nas audiências públicas para elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA). Um representante do Fundo Municipal de Saúde reportou as 38 sugestões que, em sua maioria, tratam de novas unidades de saúde em diversos bairros e contratação de médicos. Outras contribuições sugerem investir em programa de recolhimento de animais abandonados, segurança nos postos de saúde, centro especializado para autistas, unidades de atendimento psiquiátrico, odontológico e para atendimento de doenças respiratórias infantis. Na Lei de Diretrizes Orçamentárias, a previsão para a saúde em 2021 é de cerca de R$ 792 milhões, valor que pode ser revisto na LOA.

Foto: Adenir Britto/CMSJC

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